Notícia

09- Fevereiro - 2015

Feambra bate um papo com Roberto Castello

 

 

A Feambra conversou com Roberto Castello, presidente do Museu da Fotografia Documental, que contou um pouco da sua história e das novidades que estão por vir. Confira:

Feambra: Como surgiu o Museu da Fotografia Documental?

Roberto Castello: O Museu da Fotografia Documental é fruto do trabalho da Organização Terra Vermelha Cultural, uma instituição do terceiro setor sem fins lucrativos que tem por objetivo a difusão da fotografia como patrimônio cultural, histórico e da antropologia visual. 

É o primeiro web museu do Brasil voltado exclusivamente para a fotografia documental como ferramenta de reflexão para a fotografia brasileira e de determinados cenários socioculturais, econômicos e políticos do país.

F.:    Qual é o foco do Museu da Fotografia Documental?

R.C.: O museu exibe fotos e textos relativos à fotografia documental, com a intenção de criar o incitamento necessário para outras obras fotográficas documentais ainda não reveladas e podemos abrigar acervos fotográficos que estão sob a guarda de particulares e de organismos públicos e privados e que não encontram maneiras de apresentá-los ao grande público.

F.:    Como o Museu da Fotografia Documental se mantém?

R.C.: Com recursos da Terra Vermelha Social e doações de seus fundadores.

F.:   Vocês costumam realizar eventos?

R.C.: O museu apresenta a Galeria RAW, que expõe gratuitamente e online o trabalho de fotógrafos de renome nacional e novos talentos.

F.:    Qual é o critério das exposições no Museu da Fotografia Documental?

R.C.: Fotógrafos que contribuíram com relevante serviço da fotografia nacional expõem seus trabalhos para a difusão e entendimento do conceito da fotografia documental.

F.:    O que mais pode ser visto no Museu da Fotografia Documental? Onde podem ser encontradas informações?

R.C.: O ponto central do museu é o seu acervo histórico, composto de 300 fotos sobre a Marcha para o Oeste, um projeto dirigido pelo governo Getúlio Vargas no período do Estado Novo, para ocupar e desenvolver o interior do Brasil, lançado na Rádio Nacional, no dia 31 de dezembro de 1937, que ficou conhecido como o discurso da meia-noite. O esforço da criação desta magnífica coleção de fotos de história, registro, memória é poder visualizar de modo cronológico os acontecimentos que foram vivenciados pelos integrantes da Expedição Roncador-Xingu e pela sua sucedânea, a Fundação Brasil Central.

As informações estão localizadas no site http://www.mfd.mus.br/pt/o-museu/, na aba superior, em ACERVO.

F.:    O museu já recebeu prêmios?

R.C.: Foi o grande vencedor do XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, realizado em 2012.

F.:    Cite as atividades e materiais oferecidos pelo Museu da Fotografia Documental.

R.C.: Basicamente participamos de todas as ações museológicas idealizadas pelo IBRAM, mas não fornecemos materiais.

F.:    Conte-nos sobre as principais novidades e histórias do museu.

R.C.: O web Museu ainda é uma organização que está em crescimento, apoiamos e participamos da programações institucionais da Primavera dos Museus e estamos divulgando a sua existência na internet.

Museu da Fotografia Documental

 

https://m.facebook.com/museudafotografiadocumental