Em Foco

21- Dezembro - 2015

2015: um ano de grandes encontros para a Feambra

 

A Feambra fez um compilado de todas as entrevistas realizadas por aqui, em 2015. Confira:

 Em fevereiro, conversamos com Roberto Castello, presidente do Museu da Fotografia Documental, que nos contou que os fotógrafos que contribuem para o site expõem trabalhos relevantes da fotografia nacional, como o projeto dirigido pelo governo Getúlio Vargas no período do Estado Novo.

 

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=524

 

Em março, o destaque foi o bate-papo com o pessoal do Museu AfroBrasil, que falou sobre o seu rico acervo de 6 mil obras sobre temas como religião, trabalho, arte, escravidão e outros que registram a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=527

 

Em maio, a entrevistada foi Maria Ignez Mantovani Franco, presidente do ICOMBrasil, que comentou sobre como a crise político econômica afetou os museus.

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=532

 

Em julho, tivemos a oportunidade de conversar com Franco Reinaudo, Diretor do Museu da Diversidade Sexual (MDS). Ele afirmou que o museu dá oportunidade para novos e consagrados artistas apresentarem trabalhos com a temática LGBT, que nem sempre conseguem exibi-los em espaços tradicionais.

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=543

 

Em agosto, Ekkehard Nümann, recém-eleito presidente da Federação Mundial de Amigos de Museus (WFFM), nos deixou lisonjeados por afirmar que a Feambra tem papel fundamental para ajudar a promover o conceito de Associações de Amigos de Museus independentes.

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=546

 

E, para encerrar as entrevistas do ano, em dezembro conversarmos com Miguel Gutierrez, diretor Administrativo-Financeiro do MASP, que nos deu informações sobre iniciativas culturais e ações como revitalização de áreas urbanas, de como estimular novas propostas de urbanização e proporcionar espaços de convivência para o público visitante, resultando frequentemente em valorização imobiliária do entorno do museu.

Miguel destacou que o fluxo de pessoas de grande diversidade é um bom atrativo para atividades econômicas relacionadas ao museu, bem como o atendimento das necessidades dos seus visitantes, coisas essas que acabam por demandar mais segurança, limpeza e iluminação públicas e gerando desenvolvimento econômico.

Na íntegra: http://www.feambra.org/detalhe_secao.php?codigo=557