Em Foco

30- Setetembro - 2016

Feambra entrevista sua nova voluntária

 

 

Entrevistamos a nossa voluntária Margarete Carvalho para mostrar como é o seu trabalho na Feambra e saber algumas curiosidades sobre a sua escolha por esse tipo de oportunidade.

 

Feambra: Qual é a sua formação?

 

Margarete Carvalho: Licenciatura em Artes Plásticas, Técnico em Design de Interiores e pós-graduação com especialização em Iluminação e Design de Interiores.

 

Feambra: Por que escolheu o trabalho voluntário? 

     

M. C.: Porque há muito tempo  pretendia fazer algo na área, também porque acredito que sempre é possível fazer algo a mais, contribuir com minha experiência, dividir e doar um tempo para ajudar/apoiar uma causa.  

 

Feambra: Por que fazê-lo na área de educação/cultura?

 

M. C.: Acredito que a área da cultura é o princípio de tudo, a base do crescimento pessoal. É por meio dela que o ser humano se forma e que as diferenças deixam de existir. Cultura e arte são a identidade do povo de um país, de uma cidade. É importante que existam pessoas que se preocupem em preservar e incentivar a participação de todos, para que se atentem à importância da educação, da cultura e das artes.   

 

Feambra: Quais são as suas funções como voluntária da Feambra?

 

M. C.: A função do voluntário, nessa etapa, é fazer contatos com museus do Estado de São Paulo, de pequeno e médio portes, confirmar dados, explicar o que é a Feambra, os objetivos das suas ações e organizar essas informações.  

 

Feambra: Como é a recepção das pessoas dos museus quando você as procura?

 

M. C.: É muito boa, as pessoas nem acreditam que é um contato sem fins lucrativos, que serão oferecidas oficinas de ajuda, apoio, para que implantem as associações em suas cidades. Acabamos por conversar sobre os problemas que estão enfrentando para manter os museus,  sobre suas carências. Fiquei surpresa, pois pensei que encontraria mais dificuldades no primeiro contato. 

 

Feambra: Quais são as partes mais prazerosas do trabalho?

 

M. C.: Conversar, conhecer as pessoas e um pouco das diferenças entre as cidades, detectando o que estão precisando nesse momento. Também gosto muito de vir ao local onde a Feambra está, aqui é muito lindo, tem obras de arte, é apaixonante, adorei! 

 

Feambra: Conte-nos um pouco sobre sua experiência profissional?

 

M. C.: Tenho formação em Artes e Design de Interiores. Após tentar ser artista por um tempo, tive (por motivos pessoais) que trabalhar em outra área. Comecei então na de projetos de iluminação, em que fiquei por uns 15 anos. Após esse período, entrei na área de produtos, fiz pós-graduação em iluminação e hoje faço trabalho próprio como consultora nessa área de produtos e projetos.   

 

Feambra: Como chegou até a Feambra?

 

M. C.: Comecei a pesquisar oportunidades sempre com foco nas áreas de educação e artes, pois queria voltar à minha origem de artista, retomar esse caminho, então encontrei poucos lugares que me interessaram. Um deles foi a Feambra.

 

Feambra: Já tinha realizado trabalho voluntário em outro lugar?

 

M. C.: Dessa maneira, nunca! Sempre ajudei pessoas com doações (de roupas, alimentos, dinheiro), procuro fazer isso com frequência. Também gosto de fazer algo pelos animais, mas ainda preciso fazer mais. Tenho um gato lindo adotado, que é especial, é cego! Acho que será muito boa a experiência na Feambra!